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	<title>asco e nauseante</title>
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		<title>A respeito do dia</title>
		<description>&#160;&#160; Nesses dias eu sento no beiral da janela que d&#225; pra sacada, e a cidade me canta mais fria e cinza. J&#225; faz uma semana desde que ela se foi, e eu, eu fiquei, agarrado ao violoncelo, desesperadamente dando arcadas no escuro, entregando todo meu amor, que agora &#233; ...</description>
		<link>http://ascoenauseante.blog.terra.com.br/2007/06/24/a-respeito-do-dia/</link>
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		<title>Revérbero</title>
		<description>&#160;&#160; Mantenho um di&#225;logo, indiferente ele me observa, n&#227;o me parece o sin&#244;nimo de plenitude de ser, guarda tristeza nas linhas do corpo, suas express&#245;es frente a minha imagem mostram-me que ele provavelmente v&#234; o mesmo, me movimento, mantenho o mudo di&#225;logo, ele debilmente tenta copiar, vejo que seus trejeitos ...</description>
		<link>http://ascoenauseante.blog.terra.com.br/2007/06/10/reverbero/</link>
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		<title>Irrefutabilidade</title>
		<description>&#160;&#160; Ele n&#227;o tinha mais que rugas e um bigode amarelado, mas n&#227;o era exatamente velho. O que o fazia velho era a saudade dos filhos que se soltaram cedo no mundo, depois que a m&#227;e morreu e acharam que ele havia ficado louco. Justo ele, que era cr&#233;dulo da ...</description>
		<link>http://ascoenauseante.blog.terra.com.br/2007/06/06/irrefutabilidade/</link>
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		<title>A inexpressão do habitual</title>
		<description>Apago mais uma merda de cigarro que j&#225; nem sinto o gosto depois daquele fumo de palha que comprei junto com um cachimbo vagabundo que fodeu minha garganta me deixando com aquela caracter&#237;stica voz de velho de boteco de bigodes queimados e um fedor de casa de v&#243; que fuma ...</description>
		<link>http://ascoenauseante.blog.terra.com.br/2007/06/06/a-inexpressao-do-habitual/</link>
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		<title>Confessionário</title>
		<description>&#160;&#160;&#160;Andei, sala, cozinha, banheiro, abri, fechei, procurei, me escondi. No canto extremo do quarto, debaixo da janela, com uma esferogr&#225;fica de ponta quebrada e mastigada e um caderno brochura onde encontrei algumas folhas limpas comecei: &#34;Andei, sala, cozinha, banheiro, abri, fechei, procurei, me escondi.&#34; 
&#160;&#160; Me for&#231;o a acreditar nesses ...</description>
		<link>http://ascoenauseante.blog.terra.com.br/2007/06/06/confessionario/</link>
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		<title>Obrigado!</title>
		<description>&#34;Protesto de Velho&#34; foi um dos contos vencedores do 1&#186; Concurso de Contos Ler &#38; Cia.
Meu sincero Muito Obrigado a todos que frequentam o blog, e aos que apreciam os contos e cr&#244;nicas!
&#160;
:D </description>
		<link>http://ascoenauseante.blog.terra.com.br/2006/12/21/obrigado/</link>
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		<title>Ontem e ano retrasado</title>
		<description>Acordo, sento na beirada, est&#225; escuro, cheira a mofo, estou fedendo, cerveja, l&#225;grima, suor, cigarro, cinco minutos, acendo a luz, amarela, 40W, descal&#231;o, sujo, triste, mais velho e maquiado de falta de expectativas para que voc&#234; que me olha morra de pena e chore em meu ombro para que eu ...</description>
		<link>http://ascoenauseante.blog.terra.com.br/2006/12/17/ontem-e-ano-retrasado/</link>
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		<title>Protesto de velho</title>
		<description>Cresci e agora tenho p&#234;los nas falanges dos dedos. H&#225;lito de ontem, inseguran&#231;a, feridas na pele escura cheia de manchas do rosto, barba mal-feita, olhar cansado, roupas amarrotadas, velhas, rasgadas, gastas. Escrevo com tantas v&#237;rgulas e me perco&#160;para depois algu&#233;m ler e criticar a falta de did&#225;tica de meu texto. ...</description>
		<link>http://ascoenauseante.blog.terra.com.br/2006/04/01/protesto-de-velho/</link>
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		<title>Cura do milagreiro</title>
		<description>N&#227;o conseguia entender porque Chico era forte daquele jeito. Forte por dentro, n&#227;o tinha fur&#250;nculo nem gripe, porque por fora era couro e osso. Ele me olhava e ria &#8211; Gente da cidade quando anda descal&#231;o e pega sereno &#233; igual chopim-vira-bosta quando a gente enfia na gaiola, d&#225; linha&#231;a, ...</description>
		<link>http://ascoenauseante.blog.terra.com.br/2006/03/23/cura-do-milagreiro/</link>
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		<title>A parte mais difícil é dar o título</title>
		<description>&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Ele acendeu um cigarro e se jogou na poltrona de corvim. Eu sempre achei que esse ritual cumprido religiosamente quando ia l&#225; em casa lhe dava um ar de seriedade. Ele tragava, e me encarava, com muita sinceridade no olhar em meio &#224;quela fuma&#231;a toda.
- N&#227;o gosto do que tu ...</description>
		<link>http://ascoenauseante.blog.terra.com.br/2006/03/17/a-parte-mais-dificil-e-dar-o-titulo/</link>
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